
Uma reportagem publicada pela revista Prazeres da Mesa mostra como restaurantes e bares de hotéis estão deixando de ser espaços voltados apenas aos hóspedes para se tornar operações gastronômicas relevantes no Rio de Janeiro. O movimento amplia a oferta da cidade e cria novas oportunidades de conexão entre hotelaria, gastronomia e público local.
No hotel Janeiro, no Leblon, o restaurante Amelia é um exemplo dessa transformação. Inaugurado em junho, o empreendimento funciona no jantar com menu degustação e busca aproximar moradores e visitantes da identidade do hotel. Para a diretora de marca Caetana Metsavaht, a gastronomia é uma forma de expressar o conceito de hospitalidade e estabelecer uma relação com a cidade que vai além da hospedagem.

A tendência também aparece no novo Sofitel Ipanema, que deverá reunir diferentes operações gastronômicas. Entre elas estão o Lasai, do chef Rafa Costa, o restaurante principal Rivage, o Soulto, voltado para a calçada, e o Kosta, bar-restaurante instalado junto à piscina. A chegada do Lasai, que soma duas estrelas Michelin e ocupa a 28ª posição no ranking dos melhores restaurantes do mundo, reforça a projeção do empreendimento no cenário gastronômico carioca.

Na avaliação de Mariana Rezende, vice-presidente de comunicação do SindRio, hotéis oferecem segurança, prestígio e uma base inicial de clientes para operações gastronômicas. Ao mesmo tempo, a executiva alerta que esse modelo exige investimentos elevados e atenção aos padrões de qualidade e serviço da hotelaria. O movimento já tem outros representantes na cidade, como o Marine Restô, no Fairmont Rio de Janeiro, o Arp, no hotel Arpoador, e o Gero, no Fasano de Ipanema.
A reportagem completa da Prazeres da Mesa está disponível para leitura. O conteúdo é assinado por Daniel Salles.



