A 8ª edição do Rock in Rio carioca que acabou domingo (06/10) foi mais uma vez um sucesso e movimentou 1.7 bilhão na economia do Rio. Em 7 dias de evento passaram pela Cidade do Rock 700 mil pessoas, sendo 60% de pessoas de fora da cidade. A média de ocupação hoteleira foi de 80% nos dois fins de semana.

Eventos como esse são muito importantes para a economia e o turismo da cidade, inclusive para o setor de bares e restaurantes. Os números são impressionantes: lá foram vendidas 50 mil pizzas, 20 mil batatas no cone, 73 mil coxinhas, 325 mil baldes de pipoca (comida mais vendida), 392 mil copos de água (equivalentes a 121.265 mil litros), 606 mil latas (212 mil litros) de refrigerante, 35 mil copos de café, 500 mil latas de energético e a bebida mais consumida foi o chopp, com 1,5 milhões de copos vendidos.

O chef Frèdèric Monnier, que esteve com duas operações no Gourmet Square, vendeu 2 mil sanduíches, 300 porções de arroz de funghi, 600 porções de arroz de costela por dia, em 7 dias de evento. “Foi maravilhoso, minha primeira vez num evento musical”, contou Frèdèric, que já participou de eventos grandes de esportes, como a Copa do Mundo: “A organização do Rock in Rio é muito empolgante. Acho que precisamos apostar em eventos como esse, para trazer público do mundo todo para o Rio de Janeiro. Que venha o Rock in Rio 2021!”

Para o evento, a prefeitura preparou uma estrutura que incluiu, por exemplo, um plano de trânsito da CET com 288 agentes a cada dia, efetivo da Guarda Municipal com 510 guardas diariamente, linhas especiais do BRT durante 24 horas do terminal Jardim Oceânico ao festival e estações do metrô abertas para desembarque.

Confia mais informações na publicação Os números superlativos do Rock in Rio 2019, do portal Diário do Rio.